sábado, 28 de julho de 2007

TI Verde: Como reduzir gasto de energia e resíduos em PCs?

Para alertar companhias e gerentes de TI para a questão ambiental, o COMPUTERWORLD publica a primeira parte da reportagem sobre equipamentos 'verdes': desktops e notebooks.

Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD

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domingo, 22 de julho de 2007

Além do Fato: Cuidado com a sucata tecnológica

Por Henrique Barreto Aguiar

A popularização dos computadores pessoais (PCs) nos últimos 20 anos, aliada às constantes evoluções no poder de processamento e na capacidade de memória dos micros, gerou a rápida obsolescência desses equipamentos, que são descartados na mesma velocidade. Entretanto, o descarte de micros antigos, além de criar um ´lixo tecnológico’ que assume enormes proporções, fez surgir um problema ainda maior e que não se relaciona com o acúmulo de sucata, mas sim, com o que ela contém. De fato, muitos empresários estão entregando informações confidenciais na mão de bandidos, sem sequer suspeitar. Na verdade, a maioria das pessoas não sabe que é possível recuperar praticamente 100% dos dados que foram apagados dos computadores, mesmo que o HD (Hard Disk ou disco rígido) tenha sido formatado.
E assim, sem saber, pessoas – físicas ou jurídicas –, jogam fora, doam ou vendem ‘baratinho’ dados sigilosos ou até pessoais. E, em tempos de informações críticas, que valem dinheiro e custam até a sobrevivência das companhias, o lixo nunca foi tão valioso.
Até hoje, proteger as informações compreendia a utilização de soluções como os antivírus e firewalls. O setor corporativo, já há algum tempo, adota medidas de segurança direcionadas a redes e a conteúdos. Porém, ninguém pensou em tratar as informações deixadas nos computadores usados. O problema é que a maioria das organizações desconhece não apenas os riscos de segurança de dados associados ao maquinário para descarte, como também os sistemas disponíveis que conseguem apagar estas informações. Dessa forma, as companhias deixaram uma brecha para que espiões obtenham dados críticos.
É importante frisar que as ferramentas utilizadas atualmente para apagar dados, deletar e reformatar o HD permitem fácil recuperação. Os comandos ‘Delete’ e 'Format’ afetam apenas o arquivo FAT (File Allocation Table). O resíduo do HD fica intacto. Assim, a recuperação de dados é muito fácil. E o mais temerário é que essa recuperação é extremamente eficiente, com até 100% de sucesso, além de ser rápida e barata, já que há disponibilidade de softwares de recuperação de dados. Para que fins? Ora, não sejamos ingênuos. Quem se dá ao trabalho de recuperar dados é porque quer alguma vantagem com tais informações. Na maioria das vezes, utilizam para fins maliciosos ou comerciais.
Por isso, é plausível dizer que a sucata tecnológica é valiosa. Contém arquivos recuperáveis como planejamentos financeiros; informações sobre pacientes; dados pessoais como número de contas e de cartão de crédito; andamento de processos judiciais; além de pesquisas e desenvolvimento de produtos, que absorvem investimentos de milhões de dólares.
Embora seja uma violação dos direitos do dono das informações, é preciso reconhecer que quem se apropria delas nem mesmo pode ser enquadrado como ladrão, já que não houve roubo. Pelo contrário, esse conteúdo foi comprado, jogado no lixo, literalmente, ou ganho. Mas, antes de se travar uma discussão jurídica do assunto, sem dúvida necessária, o melhor mesmo é prevenir. Afinal, estamos falando de arquivos secretos ou pessoais que podem cair em mãos erradas.
E, como é fácil supor, as conseqüências são desastrosas. Basta imaginar que os dados confidenciais, obtidos por meios ilícitos de recuperação de dados, podem destruir o relacionamento com clientes ou parceiros, além de acarretar complicações judiciais. É evidente que a exposição de informações sigilosas implica, além de tudo, no descumprimento de obrigações legais previstas em contrato, em cláusulas de confidencialidade. Mesmo que não seja intencional, causa prejuízos e, portanto, enquadra-se na categoria de ‘culposo’, o que deve obrigar o setor corporativo, cada vez mais, a adotar políticas de segurança que incluam o tratamento dos computadores usados.
Para se precaver, já existem softwares capazes de ‘limpar’ permanentemente o HD. Essas soluções são conhecidas pelo nome genérico de ‘Trituradores Digitais’ e são baseadas em um programa que atua no disco rígido e em suas divisões. Usa um método de escrever sobre o que estava escrito, de forma a tornar os dados contidos anteriormente irrecuperáveis. Essas soluções são extremamente eficientes e podem garantir proteção efetiva. Além disso, esse ‘triturador digital’ é extremamente fácil de usar e pode facilmente ser incorporado nos procedimentos de segurança da empresa, mesmo em grandes corporações, sem acarretar maiores demandas.
Apenas para servir de alerta, é bom lembrar que a sucata tecnológica já causou vários problemas. Quem não se lembra do portfólio financeiro de Paul McCartney, que foi parar na Internet, depois de ter sido resgatado de um micro descartado pelo ex-Beatle. Outro caso bastante conhecido foi o da recuperação, pelo FBI, dos e-mails deletados, trocados entre o ex-presidente Clinton e Mônica Lewinsky. E até documentos ultra-secretos pertencentes ao governo australiano foram recuperados de um computador usado, bem como o caso da reprodução de um registro detalhado de 300 pacientes, a partir de dados que estavam armazenados num computador de segunda-mão.
Assim, vale ressaltar que softwares ‘trituradores digitais’ devem ser usados antes de se devolver um computador alugado, doá-lo, vendê-lo ou enviá-lo para a manutenção, até mesmo quando o micro muda de mãos dentro da empresa. Apenas dessa forma o lixo tecnológico será somente sucata.


Fonte: Ministerio do Planejamento

quarta-feira, 18 de julho de 2007

O lado obscuro da high tech na era do neoliberalismo: seu impacto no meio ambiente

O lado obscuro da high tech na era do neoliberalismo: seu impacto no meio ambiente

Por Anthony T. Goncalves

Na atual sociedade neoliberal, a produção e o descarte dos equipamentos chamados high tech geram um desperdício enorme de recursos naturais e coloca em risco o meio ambiente e a saúde humana, através da liberação de produtos altamente tóxicos.

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quinta-feira, 12 de julho de 2007

Para onde vão os cartuchos?

CENTRO DA XEROX:115 mil toneladas de lixotecnológico por mês

Fabricantes de impressoras criam iniciativas de reciclagem de suprimentos e peças.

Em 2005, 2,2 milhões de impressoras foram vendidas no Brasil, segundo o IDC. Considerando apenas esse grupo, se cada equipamento consumir três cartuchos por ano, mais de 13,2 milhões deles virarão lixo em dois anos. Some-se a isso as impressoras que são substituídas. Para onde vai todo esse lixo?

Vários fabricantes têm programas para reciclar cartuchos e peças. A HP, por exemplo, transforma parte dos cartuchos em material reutilizável e projeta impressoras e scanners para receber a matéria-prima reciclada. “Vinte por cento de nossas matérias-primas são resíduos do próprio processo produtivo”, diz Kami Saidi, responsável pelo programa de Sustentabilidade Ambiental da HP.

Na Lexmark, os cartuchos usados são vendidos para uma empresa de reciclagem, que separa as peças. “Uma parte é reutilizada. O restante é destruído de acordo com as normas ambientais”, afirma Leonel Joséda Costa, presidente da Lexmark.

A Xerox oferece estímulos financeiros para os revendedores recolherem o material. Segundo Sérgio Argyridis, diretor de estratégias de manufatura, de 60% a 80% dos cartuchos retornam, são descaracterizados no centro industrial em Itatiaia, no Rio de Janeiro, e 89% dos materiais, vendidos. O restante vai para aterros industriais. Por mês, o centro de reciclagem da Xerox processa 115 mil toneladas de lixo tecnológico.

A Epson possui um sistema de gestão ambiental, mas a prioridade está nos resíduos produzidos pela fábrica. “O cliente pode levar o cartucho a qualquer um dos 150 pontos autorizados. Eles vão alimentar fornos na indústria cimenteira”, diz Juarez Sanches, diretor industrial da Epson.
O trade-in também é uma política comum entre fabricantes como HP e Xerox. Por meio dela, o cliente é incentivado a devolver seus equipamentos na compra de novos. Eles são reciclados e, em uma porcentagem menor, remanufaturados.

Lilian Ferreira, da INFO

sábado, 7 de julho de 2007

Lixo eletrônico pode virar trilho de trem

Plástico descartado de computadores será utilizado na parte lateral da ferrovia. Matéria prima é mais barata e duradoura.

Os dormentes -- parte lateral das estradas de ferro normalmente feitos de madeira ou concreto -- poderão ter como matéria prima plástico descartado, incluindo computadores velhos, com instalação prevista nas ferrovias do Reino Unido em breve. A companhia britânica Micron, que faz os dormentes a partir de poliestireno e polietileno, já entrou em contato com a Network Rail, operadora das ferrovias no Reino Unido, para tentar uma parceria.
O poliestireno é geralmente utilizado em copos de café descartáveis, e o polietileno na forma de sacolas plásticas. A longevidade destes plásticos significa que os dormentes feitos a partir deles podem potencialmente durar por séculos –- enquanto os atuais, feitos de madeira ou concreto, duram apenas algumas décadas.
Além da menor duração, os dormentes de concreto são muito pesados e se quebram facilmente, enquanto os feitos de madeira requerem muita manutenção e tratamentos químicos para prevenir o apodrecimento. Testes demonstraram que os dormentes de plástico são pelo menos tão fortes quanto os de concreto.
Com os custos de manutenção da ferrovia e dos sistemas subterrâneos menores, os equipamentos feitos de plástico oferecem uma alternativa válida. E eles ainda poderiam ajudar a Network Rail a alcançar seu objetivo de ter 23% de material reciclado até 2012.
O metrô de Londres considerou o uso de dormentes de plástico no passado, mas com as tecnologias antigas, a segurança era um problema. Hoje isso já foi superado, com o benefício de um sistema anti-fogo high-tech criado para proteger caixas de munição do exército dos EUA.
Os dormentes de plástico já foram testados e aprovados na Índia, onde a Micron tem uma fábrica em produção. Duas fábricas nos EUA capazes de produzir mais de 20 mil peças por mês também já fizeram um acordo com a empresa.


Fonte: Globo.com

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Site Setor Reciclagem

Hoje quero falar sobre o site Setor Reciclagem, que fala sobre os varios tipos e materiais reciclaveis. E entre uma de suas seções há a que fala sobre o lixo eletrônico com varios artigos e noticias e entre essas noticias há uma interessante sobre remanufatura de memorias, a qual usa-se um aparelho que recupera modulos de memória condenados. Clique aqui para ver essa seção