terça-feira, 13 de novembro de 2007

Nokia investe em produtos menos agressivos ao meio ambiente

LISBOA (Reuters) - A Nokia, maior fabricante mundial de celulares, está trabalhando em novos produtos que consomem menos energia para tentar reduzir seu impacto ambiental, informou o vice-presidente de relações ambientais da empresa, Kirsi Sormunen, nesta terça-feira.

A Nokia, cujos aparelhos são usados por cerca de 900 milhões de pessoas no mundo, foi a primeira empresa do setor a incluir lembretes em seus celulares incentivando as pessoas a desligar o carregador depois que a bateria estivesse totalmente carregada, para economizar energia.

"Medidas como o lembrete? Há muitas novas idéias de como podemos usar a tecnologia móvel para dar suporte à sustentabilidade ambiental", afirmou Sormunen, durante conferência sobre negócios e biodiversidade em Lisboa.

"Nosso objetivo é usar os aparelhos de comunicação para possibilitar que os consumidores façam escolhas melhores."

Os avisos de economia de energia tiveram início com os modelos 1200, 1208 e 1650 e têm se expandido pelo leque de produtos da companhia.

O alerta de telefone é uma das séries de iniciativas favoráveis à causa ambiental da empresa finlandesa, que está prestes a renovar uma parceria com a World Wildlife Fund (WWF) para conscientização de seus funcionários.

Sormunen não quis comentar sobre futuros investimentos da Nokia em produtos menos agressivos ao meio ambiente.

"Há uma certa quantidade de fundos usada em pesquisa para tornar nossa tecnologia menos agressiva. Também estamos engajados em campanhas para plantação de árvores e reflorestamento", concluiu Sormunen.

Fonte: Yahho Tecnologia

sábado, 22 de setembro de 2007

Algumas sugestões de reciclagem de micros caseira

O seu computador antigo que está encostado no canto do quarto é tão velho que nem pra caridade serve mais? Rodar o win 3.11 nem pensar? Não se preocupe, temos abaixo algumas sugestões de reciclagem para o seu dinossaurico dispositivo de calculos complexos, ou seja, o que ele apenas é em relação aos micros de hoje, uma calculadora gigante... com mais teclas... ou uma máquina de escrever moderna, va lá... mas que agora só serve para acumular pó...

Aproveite...

sábado, 15 de setembro de 2007

RoHS e WEEE — Aspectos Essenciais

Um pouco mais sobre RoHS e WEEE

Introdução— O que são RoHS e WEEE?
Os nomes completos destas importantes diretivas da União Européia são:
RoHS: Diretiva 2002/95/EC do Parlamento Europeu e do Conselho de 27 de janeiro de 2003 sobre a Restrição do uso de certas Substâncias Nocivas em equipamentos elétricos — Esta Diretriz restringe o uso de substâncias nocivas (chumbo, mercúrio, cádmio, cromo hexavalente, PPB e PBDE) em equipamentos eletro-eletrônicos no estágio de fabricação e produção. A Diretriz RoHS significa que produtos contendo as substâncias restritas terão de ser reprojetados ou removidos em Julho de 2006.
WEEE: Diretriz 2002/96/EC do Parlamento Europeu e do Conselho de 27 de janeiro de 2003 sobreWaste Electrical and Electronic Equipment (Descarte de Equipamentos Eletro-eletrônicos— Esta diretriz abrange o tratamento e reciclagem de equipamentos eletro-eletrônicos. Ela foi criada para encorajar a reutilização e reciclagem de WEEE e reduzir a quantidade de WEEE sendo descartada. A Diretriz WEEE exige que os fabricantes paguem ao menos pela coleta de seus produtos no fim de sua duração, estabelecendo pontos centrais e cumprindo as metas de reutilização, reciclagem e recuperação.

Clique aqui para ver a matéria completa.

sábado, 1 de setembro de 2007

Celulares reciclados abrem novos mercados

Com o número de celulares ultrapassando a marca de 2 bilhões no mundo todo, os aparelhos reciclados têm tido um papel importante na expansão da comunicação móvel em países pobres, onde as linhas normais podem ser custosas demais ou inacessíveis.

Com sede em Michigan, nos Estados Unidos, a companhia ReCellular Inc. recebe cerca de 75,000 celulares usados por semana, a maioria arrecadada em fundos de caridade, e reaproveita as peças para vendê-las ao redor do mundo.

"O fato de poder combinar um negócio lucrativo com um serviço de utilidade pública é uma relação de duplo ganho," disse o Vice Presidente da empresa, Mike Newman.

Em 1991, quando a Recellular foi fundada, havia 16 milhões de pessoas com celulares no mundo, em 2005, essa cifra já havia crescido para mais de dois bilhões, quase o dobro de linhas de telefonia comum. Naquela época, a empresa lidava com poucas centenas de aparelhos por mês.

Os telefones são, em boa parte, doados em boas condições e funcionais, já que os americanos trocam de telefone por modelos mais novos com freqüência, em média a cada 18 meses. Cerca de 60% dos aparelhos que chegam à empresa são reutilizáveis, o resto tem suas partes aproveitadas ou é vendido como lixo.

Hoje, cerca de 80% dos habitantes do planeta moram em regiões com cobertura de telefones celulares.

Fonte:
InfomediaTV

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Empresas de tecnologia e a reciclagem de computadores

Os dois principais fabricantes de computadores mundiais HP e Dell relatam seus planos de reciclagem de computadores com objetivos de melhora a cada ano e chegam até a desafiar seus concorrentes em buscas de resultados e planejamento idênticos, senão melhores. A natureza agradece esse tipo de competição.

Para saber mais clique nos links abaixo

HP recicla um bilhão de libras de lixo eletrônico até 2007
Dell antecipa programa de reciclagem e desafia rivais a fazerem o mesmo

sábado, 18 de agosto de 2007

Tratamento de lixo tecnológico – no Brasil e na União Européia

Introdução

Com receita total de R$ 63,2 bilhões, volume de exportação de US-$ 4,7 bilhões, força de trabalho de 121.000 em 2003 e crescimento esperado de 13% nos rendimentos para o ano de 2004, a concepção, produção e venda de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (EEE) no Brasil transformou-se em uma das mais importante indústrias exportadoras. Ao mesmo tempo, as práticas correntes de administração e o crescente padrão de vida no Brasil e em outros países industrializados, causaram um aumento proeminente do consumo de recursos. Como resultado, os limites ecológicos podem ser excedidos e os recursos explorados de forma não sustentável. Um melhor padrão de vida não pode ser alcançado através de um aumento proporcional no consumo dos recursos naturais, dado os limites ecológicos. O consumo de energia e recursos tem que diminuir para atingir e sustentar um padrão de vida satisfatório a todos. Elevar a produtividade destes recursos em suas respectivas aplicações, permitiria um melhor padrão de vida global com subseqüente queda no consumo de recursos naturais.

Para saber mais clique aqui. (arquivo em pdf)

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

O que fazer com o e-lixo?

Em um mundo que depende cada vez mais de eletrodomésticos e computadores, o lixo eletrônico, "e-lixo", tornou-se uma dor de cabeça da qual governos, empresas e ONGs querem se livrar.Todos sabem que o computador não é um produto leve. O que provavelmente muita gente desconheça é que um computador pesa o mesmo que um automóvel utilitário ou um rinoceronte: 1,8 tonelada.Surpreso? A Universidade das Nações Unidas (UNU) e o pesquisador alemão Ruediger Kuehr calcularam o peso em 2004 e chegaram a essa reveladora conclusão. No livro Computers and the Environment, Kuehr afirmou que a fabricação de um computador com tela plana de 17 polegadas consome, pelo menos, 240 quilos de combustíveis, 22 quilos de produtos químicos e 1,5 tonelada de água, totalizando 1,8 tonelada de produtos.Essa é apenas uma parte do problema. Há ainda a gestão das crescentes montanhas de lixo eletrônico. A Agência Européia do Meio Ambiente calcula que o volume de e-lixo esteja aumentando três vezes mais rapidamente do que as outras formas de lixo de uma cidade, a ponto de, dentro de pouco tempo, chegar a 40 milhões de toneladas - suficiente para encher uma fila de caminhões que percorreria a metade da circunferência terrestre.Para resolver o problema, a UNU, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), universidades dos cinco continentes e empresas como Dell, Microsoft, Hewlett Packard (HP) e Philips juntaram-se à iniciativa Solucionar o Problema de E-Lixo (Step, na sigla em inglês).A Step pretende padronizar globalmente os processos de reciclagem para recuperar os componentes mais valiosos do lixo eletrônico, estender a vida dos produtos e harmonizar as legislações e políticas.Leis confusas e excessivas dificultam a reciclagemKlaus Hieronymi, gerente de meio ambiente da HP na Europa, disse que um dos maiores problemas para a reciclagem do e-lixo é a falta de uma legislação homogênea:- Cada país tem diferentes objetivos, medidas, mecanismos, inclusive dentro da União Européia, o que em poucos anos obrigará uma empresa como a HP a enfrentar quase uma centena de leis no mundo todo.Hieronymi calculou os custos administrativos para a HP - por conta da existência, na Europa, de quase 30 leis diferentes para tratar o e-lixo - em 1 milhão de euros por ano (R$ 2,75 milhões). É por isso que as empresas do setor estão a favor da homogeneização das leis e regulamentos.Outro problema é a utilização de metais preciosos, como ouro e prata, na produção de eletrodomésticos e computadores. Mas a crescente demanda de outros metais está transformando esses equipamentos em objetos de alto valor. É o caso do índio, um derivado do zinco utilizado em mais de 1 bilhão de produtos todos os anos, de telas planas a telefones celulares.Nos últimos cinco anos, os preços deste metal foram sextuplicados, tornando-o, atualmente, mais caro do que a prata. Mesmo assim, a reciclagem só é realizada em algumas fábricas na Bélgica, nos Estados Unidos e no Japão, país que supre quase a metade de sua necessidade de índio por meio da reciclagem.O mesmo fenômeno ocorre com o bismuto, utilizado em soldagem para evitar o uso de chumbo, cujos preços duplicaram desde 2005, e com o rutênio, utilizado em resistências e discos rígidos, cujo valor foi multiplicado por sete desde o início de 2006.A conquista do objetivo final da Step é um processo complexo que requer medidas legislativas, educação dos consumidores e mudanças na indústria. Kuehr aponta, por exemplo, que os fabricantes serão obrigados a "reprojetar seus produtos para que possam ser mais facilmente reciclados e para que os materiais valiosos e tóxicos possam ser melhor recuperados".

Fonte:
Reciclaveis.com.br

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

SGS DIRETIVAS EUROPÉIAS WEEE / RoHS

Em 27 de Janeiro de 2003, o Parlamento Europeu e o Conselho Europeu aprovaram duas diretivas:

A WEEE: Waste Electrical and Electronic Equipment e a
RoHS:Restriction on the use of Hazardous Substances;

Com o objetivo de manter sob controle a disposição e a reciclagem do lixo eletrônico criado na Europa e por parceiros que queiram exportar para o mercado europeu.

Para saber mais
clique aqui. (arquivo em pdf)

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Robótica Livre e a Pedagogia da Sucata

Há alguns dias atras, mais precisamente no post do dia 21 de Junho de 2007 falei sobre a Robótica Livre na III SESOL em Fortaleza a qual se referia sobre o Prof Danilo e seu projeto de utilização de sucata para trabalhos de robotica.

Segue abaixo uma entrevista dada pelo prof explicando o funcionamento desse projeto



Parte 1



Parte 2

sábado, 28 de julho de 2007

TI Verde: Como reduzir gasto de energia e resíduos em PCs?

Para alertar companhias e gerentes de TI para a questão ambiental, o COMPUTERWORLD publica a primeira parte da reportagem sobre equipamentos 'verdes': desktops e notebooks.

Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD

para saber mais
clique aqui.

domingo, 22 de julho de 2007

Além do Fato: Cuidado com a sucata tecnológica

Por Henrique Barreto Aguiar

A popularização dos computadores pessoais (PCs) nos últimos 20 anos, aliada às constantes evoluções no poder de processamento e na capacidade de memória dos micros, gerou a rápida obsolescência desses equipamentos, que são descartados na mesma velocidade. Entretanto, o descarte de micros antigos, além de criar um ´lixo tecnológico’ que assume enormes proporções, fez surgir um problema ainda maior e que não se relaciona com o acúmulo de sucata, mas sim, com o que ela contém. De fato, muitos empresários estão entregando informações confidenciais na mão de bandidos, sem sequer suspeitar. Na verdade, a maioria das pessoas não sabe que é possível recuperar praticamente 100% dos dados que foram apagados dos computadores, mesmo que o HD (Hard Disk ou disco rígido) tenha sido formatado.
E assim, sem saber, pessoas – físicas ou jurídicas –, jogam fora, doam ou vendem ‘baratinho’ dados sigilosos ou até pessoais. E, em tempos de informações críticas, que valem dinheiro e custam até a sobrevivência das companhias, o lixo nunca foi tão valioso.
Até hoje, proteger as informações compreendia a utilização de soluções como os antivírus e firewalls. O setor corporativo, já há algum tempo, adota medidas de segurança direcionadas a redes e a conteúdos. Porém, ninguém pensou em tratar as informações deixadas nos computadores usados. O problema é que a maioria das organizações desconhece não apenas os riscos de segurança de dados associados ao maquinário para descarte, como também os sistemas disponíveis que conseguem apagar estas informações. Dessa forma, as companhias deixaram uma brecha para que espiões obtenham dados críticos.
É importante frisar que as ferramentas utilizadas atualmente para apagar dados, deletar e reformatar o HD permitem fácil recuperação. Os comandos ‘Delete’ e 'Format’ afetam apenas o arquivo FAT (File Allocation Table). O resíduo do HD fica intacto. Assim, a recuperação de dados é muito fácil. E o mais temerário é que essa recuperação é extremamente eficiente, com até 100% de sucesso, além de ser rápida e barata, já que há disponibilidade de softwares de recuperação de dados. Para que fins? Ora, não sejamos ingênuos. Quem se dá ao trabalho de recuperar dados é porque quer alguma vantagem com tais informações. Na maioria das vezes, utilizam para fins maliciosos ou comerciais.
Por isso, é plausível dizer que a sucata tecnológica é valiosa. Contém arquivos recuperáveis como planejamentos financeiros; informações sobre pacientes; dados pessoais como número de contas e de cartão de crédito; andamento de processos judiciais; além de pesquisas e desenvolvimento de produtos, que absorvem investimentos de milhões de dólares.
Embora seja uma violação dos direitos do dono das informações, é preciso reconhecer que quem se apropria delas nem mesmo pode ser enquadrado como ladrão, já que não houve roubo. Pelo contrário, esse conteúdo foi comprado, jogado no lixo, literalmente, ou ganho. Mas, antes de se travar uma discussão jurídica do assunto, sem dúvida necessária, o melhor mesmo é prevenir. Afinal, estamos falando de arquivos secretos ou pessoais que podem cair em mãos erradas.
E, como é fácil supor, as conseqüências são desastrosas. Basta imaginar que os dados confidenciais, obtidos por meios ilícitos de recuperação de dados, podem destruir o relacionamento com clientes ou parceiros, além de acarretar complicações judiciais. É evidente que a exposição de informações sigilosas implica, além de tudo, no descumprimento de obrigações legais previstas em contrato, em cláusulas de confidencialidade. Mesmo que não seja intencional, causa prejuízos e, portanto, enquadra-se na categoria de ‘culposo’, o que deve obrigar o setor corporativo, cada vez mais, a adotar políticas de segurança que incluam o tratamento dos computadores usados.
Para se precaver, já existem softwares capazes de ‘limpar’ permanentemente o HD. Essas soluções são conhecidas pelo nome genérico de ‘Trituradores Digitais’ e são baseadas em um programa que atua no disco rígido e em suas divisões. Usa um método de escrever sobre o que estava escrito, de forma a tornar os dados contidos anteriormente irrecuperáveis. Essas soluções são extremamente eficientes e podem garantir proteção efetiva. Além disso, esse ‘triturador digital’ é extremamente fácil de usar e pode facilmente ser incorporado nos procedimentos de segurança da empresa, mesmo em grandes corporações, sem acarretar maiores demandas.
Apenas para servir de alerta, é bom lembrar que a sucata tecnológica já causou vários problemas. Quem não se lembra do portfólio financeiro de Paul McCartney, que foi parar na Internet, depois de ter sido resgatado de um micro descartado pelo ex-Beatle. Outro caso bastante conhecido foi o da recuperação, pelo FBI, dos e-mails deletados, trocados entre o ex-presidente Clinton e Mônica Lewinsky. E até documentos ultra-secretos pertencentes ao governo australiano foram recuperados de um computador usado, bem como o caso da reprodução de um registro detalhado de 300 pacientes, a partir de dados que estavam armazenados num computador de segunda-mão.
Assim, vale ressaltar que softwares ‘trituradores digitais’ devem ser usados antes de se devolver um computador alugado, doá-lo, vendê-lo ou enviá-lo para a manutenção, até mesmo quando o micro muda de mãos dentro da empresa. Apenas dessa forma o lixo tecnológico será somente sucata.


Fonte: Ministerio do Planejamento

quarta-feira, 18 de julho de 2007

O lado obscuro da high tech na era do neoliberalismo: seu impacto no meio ambiente

O lado obscuro da high tech na era do neoliberalismo: seu impacto no meio ambiente

Por Anthony T. Goncalves

Na atual sociedade neoliberal, a produção e o descarte dos equipamentos chamados high tech geram um desperdício enorme de recursos naturais e coloca em risco o meio ambiente e a saúde humana, através da liberação de produtos altamente tóxicos.

Para saber mais
clique aqui (OBS: texto do Word)

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Para onde vão os cartuchos?

CENTRO DA XEROX:115 mil toneladas de lixotecnológico por mês

Fabricantes de impressoras criam iniciativas de reciclagem de suprimentos e peças.

Em 2005, 2,2 milhões de impressoras foram vendidas no Brasil, segundo o IDC. Considerando apenas esse grupo, se cada equipamento consumir três cartuchos por ano, mais de 13,2 milhões deles virarão lixo em dois anos. Some-se a isso as impressoras que são substituídas. Para onde vai todo esse lixo?

Vários fabricantes têm programas para reciclar cartuchos e peças. A HP, por exemplo, transforma parte dos cartuchos em material reutilizável e projeta impressoras e scanners para receber a matéria-prima reciclada. “Vinte por cento de nossas matérias-primas são resíduos do próprio processo produtivo”, diz Kami Saidi, responsável pelo programa de Sustentabilidade Ambiental da HP.

Na Lexmark, os cartuchos usados são vendidos para uma empresa de reciclagem, que separa as peças. “Uma parte é reutilizada. O restante é destruído de acordo com as normas ambientais”, afirma Leonel Joséda Costa, presidente da Lexmark.

A Xerox oferece estímulos financeiros para os revendedores recolherem o material. Segundo Sérgio Argyridis, diretor de estratégias de manufatura, de 60% a 80% dos cartuchos retornam, são descaracterizados no centro industrial em Itatiaia, no Rio de Janeiro, e 89% dos materiais, vendidos. O restante vai para aterros industriais. Por mês, o centro de reciclagem da Xerox processa 115 mil toneladas de lixo tecnológico.

A Epson possui um sistema de gestão ambiental, mas a prioridade está nos resíduos produzidos pela fábrica. “O cliente pode levar o cartucho a qualquer um dos 150 pontos autorizados. Eles vão alimentar fornos na indústria cimenteira”, diz Juarez Sanches, diretor industrial da Epson.
O trade-in também é uma política comum entre fabricantes como HP e Xerox. Por meio dela, o cliente é incentivado a devolver seus equipamentos na compra de novos. Eles são reciclados e, em uma porcentagem menor, remanufaturados.

Lilian Ferreira, da INFO

sábado, 7 de julho de 2007

Lixo eletrônico pode virar trilho de trem

Plástico descartado de computadores será utilizado na parte lateral da ferrovia. Matéria prima é mais barata e duradoura.

Os dormentes -- parte lateral das estradas de ferro normalmente feitos de madeira ou concreto -- poderão ter como matéria prima plástico descartado, incluindo computadores velhos, com instalação prevista nas ferrovias do Reino Unido em breve. A companhia britânica Micron, que faz os dormentes a partir de poliestireno e polietileno, já entrou em contato com a Network Rail, operadora das ferrovias no Reino Unido, para tentar uma parceria.
O poliestireno é geralmente utilizado em copos de café descartáveis, e o polietileno na forma de sacolas plásticas. A longevidade destes plásticos significa que os dormentes feitos a partir deles podem potencialmente durar por séculos –- enquanto os atuais, feitos de madeira ou concreto, duram apenas algumas décadas.
Além da menor duração, os dormentes de concreto são muito pesados e se quebram facilmente, enquanto os feitos de madeira requerem muita manutenção e tratamentos químicos para prevenir o apodrecimento. Testes demonstraram que os dormentes de plástico são pelo menos tão fortes quanto os de concreto.
Com os custos de manutenção da ferrovia e dos sistemas subterrâneos menores, os equipamentos feitos de plástico oferecem uma alternativa válida. E eles ainda poderiam ajudar a Network Rail a alcançar seu objetivo de ter 23% de material reciclado até 2012.
O metrô de Londres considerou o uso de dormentes de plástico no passado, mas com as tecnologias antigas, a segurança era um problema. Hoje isso já foi superado, com o benefício de um sistema anti-fogo high-tech criado para proteger caixas de munição do exército dos EUA.
Os dormentes de plástico já foram testados e aprovados na Índia, onde a Micron tem uma fábrica em produção. Duas fábricas nos EUA capazes de produzir mais de 20 mil peças por mês também já fizeram um acordo com a empresa.


Fonte: Globo.com

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Site Setor Reciclagem

Hoje quero falar sobre o site Setor Reciclagem, que fala sobre os varios tipos e materiais reciclaveis. E entre uma de suas seções há a que fala sobre o lixo eletrônico com varios artigos e noticias e entre essas noticias há uma interessante sobre remanufatura de memorias, a qual usa-se um aparelho que recupera modulos de memória condenados. Clique aqui para ver essa seção

domingo, 24 de junho de 2007

O legislativo começa a se mexer

Os legislativos dos estados já começam a se mexer em relação ao lixo eletrônico.

Deputados estaduais da Bahia, Mato Grosso e Rio de Janeiro já apresentaram suas propostas de lei para regulamentação do lixo eletrônico. Muito bem, é valida a iniciativa dos mesmos, mas o correto seria uma regulamentação federal atingindo todo o Brasil, pois fora desses 3 Estados o lixo eletrônico pode ser descartado incorretamente sem que haja uma punição ao infrator.

Para saber mais sobre a lei regulamentando a disposição do lixo eletrônico na Bahia
clique aqui, no Mato Grosso clique aqui e no Rio de Janeiro clique aqui.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Robótica Livre na III SESOL em Fortaleza

Como o lixo tecnológico pode ser reutilizado para a construção de artefatos que auxiliem na aprendizagem da Robótica apoiada no uso de Software e Hardwares Livres? Para fomentar as discussões sobre o assunto, a III SESOL trouxe para Fortaleza o professor do CET-CEFET Itabirito/MG e vencedor do prêmio Telemar de Inclusão Digital pelo projeto Robótica Livre, Danilo Rodrigues César

Com o objetivo de despertar a consciência ambiental no que se refere a destinação do lixo tecnológico, no dia 06 de junho o pesquisador proferiu a palestra “Robótica livre: Uma alternativa de construção cooperada do conhecimento com o uso de tecnologias livres”.
Já durante todo o evento, Danilo ministrou a “Olimpíada de Robótica Livre”. Com caráter de oficina e voltada para o público detentor de conhecimento básico em eletrônica e/ou linguagem de programação, a experiência, inédita no cenário nacional, visa instigar a construção cooperada de um kit básico didático de robótica para ser utilizado em ambientes de ensino aprendizagem (Hardware Livre).
No último dia da Olimpíada, cada grupo apresentou seu produto final construído a partir do “lixo tecnológico”. Uma comissão avaliou os artefatos criados, e o melhor projeto recebeu um prêmio da organização do evento.
A III Semana de Software Livre da UFC aconteceu nos dias 06 a 09 de junho, no Campus do Pici (UFC). Durante o evento foram realizadas mais de 40 palestras gratuitas, além de mini-cursos e oficinas.

Fonte:
BRLinux

saiba mais como foi a III SESOL em Fortaleza
clicando aqui
saiba mais sobre o projeto de robotica livre do Prof Danilo
clicando aqui

domingo, 17 de junho de 2007

Silicon Valley Toxics Coalition

Hoje gostaria de apresentar um site completo sobre lixo eletrônico, ele tras dados, locais para disposição do lixo, como reciclar, os perigos que o lixo tóxico tras para saúde e criou uma campanha sobre a responsabilidade do fabricante em recolher o eletrodoméstico que não tem mais utilidade. É a Silicon Valley Toxics Coalition, que fica na California, EUA, um dos locais com os maiores índices de poluição tecnológica devido a fabricação de microchips e por ser um dos locais que mais usam computadores do mundo.

Só tem um problema: ele está todo em inglês. Mas se você não tem problemas com a língua bretã, originária da terra da rainha clique aqui, mas mesmo você que tenha clique também, pois vale a pena, devido a grande quantidade de informações. Eu cheguei a traduzir um dos relatórios publicados por eles para utilizar no meu TCC e me foi de grande valia.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Revista Galileu - Seção Ambiente

A revista Galileu na sua edição 186 de Janeiro de 2007 publicou na seção ambiente uma extensa materia sobre o lixo eletrônico, com vários dados e indicações de destinação correta desse lixo.

Clique em cada link para ir direto a página específica.

O lado B da tecnologia
O lado B da tecnologia pag 2
O lado B da tecnologia pag 3
Perigos escondidos
Para onde vai o e-lixo
Caminho certo

quarta-feira, 13 de junho de 2007

A nova fronteira logistica - logistica reversa

De volta à origem

A demanda ambiental exigirá que as empresas incluam o conceito de “logística reversa” em sua gestão.

Sujou? Tem de limpar.” De certa forma, a lição que toda criança aprende em casa traduz a essência da “logística reversa”, um dos mais importantes conceitos que estão se incorporando ao cotidiano das empresas ambientalmente responsáveis. Nos velhos tempos, as companhias planejavam a distribuição de seus produtos somente de “dentro para fora”. Escolhiam as melhores rotas de transporte, os pontos de armazenagem, os fretes mais baratos... E pronto: uma vez que o produto chegasse às mãos do consumidor, davam-se por satisfeitas. Com o surgimento da logística reversa, porém, esse paradigma perde a validade. Agora, as empresas também precisam planejar todo o caminho de retorno de seus produtos para a fábrica depois de utilizados. Descartá-los no meio ambiente, nem pensar. Trata-se de um pecado capital perante ONGs e a comunidade local – que está cada vez mais atenta ao assunto. Para não sofrer danos de imagem e tampouco processos na Justiça, portanto, é necessário revisitar a velha lição. Distribuiu? Tem de recolher.

“Se ontem a logística era considerada apenas ‘almoxarifado’, agora é uma questão estratégica”, aponta Paulo Roberto Leite, autor do livro Logística Reversa: Meio Ambiente e Competitividade (Editora Pearson). Ele lembra que muitas empresas já praticavam a logística reversa sem saber – como no caso das distribuidoras de bebidas, que tinham o hábito de oferecer descontos para quem trouxesse cascos vazios e caixas de engradado de volta aos pontos-de-vendas. Agora, acredita, o conceito tende a se popularizar mais devido à grande quantidade de produtos descartáveis despejada no mercado, nos últimos 20 anos. “Haverá uma sistematização dos processos da logística reversa”, completa Adalberto Panzan, presidente da Associação Brasileira de Logística.



A logística reversa dará origem a linhas de “desmontagem” que recolhem os produtos e facilitam seu reaproveitamento.



Levada às últimas conseqüências, essa sistematização dá origem a uma nova estrutura corporativa: a “linha de desmontagem”. Trata-se de uma série de processos que decompõem os produtos e separam cada um de seus componentes – de modo que eles possam ser reaproveitados. Hoje, as linhas de desmontagem são realidade em diversas companhias, especialmente naquelas que utilizam a reciclagem como estratégia para reduzir custos com matéria-prima. “Reprocessar pode ser menos dispendioso na escala final do que produzir. O que vai impulsionar a adoção de um ‘ciclo fechado’ de logística é o fator econômico”, afirma José Mário de Carvalho Junior, diretor executivo da Muri, companhia especializada na fabricação de linhas de montagem. Ele ressalta, porém, que ainda vai demorar até as linhas de desmontagem se tornarem comuns no Brasil, pois falta uma cultura de reciclagem tanto nas empresas como entre os consumidores. “É algo para daqui a uns dez ou 15 anos”, ressalta.
Nos Estados Unidos, estima-se que as atividades de recolhimento e reprocessamento de produtos respondam, em média, por 4% do orçamento destinado pelas empresas à área de logística. No mercado norte-americano, o descarte consciente e a as linhas de desmontagem têm papel estratégico – já que boa parte da economia se ampara sobre a indústria de alta tecnologia. Como se sabe, o “lixo tecnológico” está se tornando um problema em países que não têm uma política consolidada de reaproveitamento. Infelizmente, o Brasil se enquadra entre eles. A cada ano, o país produz cerca de 30 mil toneladas de aparelhos eletrônicos, segundo a Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Depois de utilizada, porém, quase toda essa bugiganga termina em depósitos ou em lixões – onde liberam substâncias nocivas à saúde humana como chumbo, cromo, mercúrio e outras. Uma sujeira que, definitivamente, precisa ser limpa.


Lixo tecnológico: logística reversa é uma das possíveis soluções
Fonte: Revista Amanhã

domingo, 10 de junho de 2007

Lixo a Vista

Bem, o nome desse post foi copiado de um artigo que li uns dias atras antes de criar esse blog, portanto se alguem reconhecer ou achar esse artigo me passe o endereço por favor para eu publicar aqui.

Mas vou passar a idéia do que esse artigo estava se referindo: Já repararam a configuração do micro para rodar o novo Windows Vista? No mínimo pentium D ou Dual Core e 512 mb, isso para versão mais simples, imagine a ultimate. Pois bem, num pais como o nosso onde pode-se encontar os DVDs de instalação do mesmo por R$ 15,00 em qualquer barraqunha no centro de São Paulo, o que o usuário fará quando descobrir que aquele seu Pentium 4 com 256 Mb que estava muito bom para rodar o Windows XP nem inicia a instalação do Vista que ele comprou? Isso mesmo, compra outra CPU, aproveitando o HD (depedendo da capacidade), a placa de video acaso seja off board e os periféricos. Isso faz com que as peças que não serviram mais ou sejam reaproveitadas para a montagem de micros usados para revenda, ou fiquem encalhadas em depósitos criando-se mais lixo ainda.

O Greenpeace já demonstra essa preocupação como mostra essa matéria da Folha.
Clique aqui para vê-la.

OBS.: Achei o artigo a qual me referia, clique aqui para vê-lo.

Pilhas e Baterias - Como agir?

Muito se discute sobre a forma correta de se tratar com pilhas e baterias, se as pilhas comuns que utilizamos dever ser separadas do lixo comum, ou o que fazer com as baterias de celulares e por ai vai.

o Blog "Folha Verde" tem um post que trata exatamente dessa questão,
clique aqui e veja como se descarta cada tipo de pilha e bateria diferente.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

3a. Semana de software livre - Unirio

Apesar de ser um evento que ocorreu a mais de um ano e meio achei interessante posta-lo para falar sobre uma das palestras ministradas.

A 3a semana do software livre ocorreu entre os dias 15 a 19 de outubro de 2005 e entre essas palestras a que me chamou a atenção foi sobre o Reaproveitamento de Lixo Tecnológico com Software Livre, de Sylvestre Mergulhão, onde ele demonstra a implantação do projeto boot remoto na Unirio, que seria o reaproveitamento de máquinas antigas sem hd para a montagem de uma rede baseada em um servidor linux.

Mais detalhes sobre o projeto você ve clicando aqui

Saiba mais como foi esse evento clicando aqui

terça-feira, 5 de junho de 2007

Blog Folha Verde

Hoje, dia mundial do meio ambiente gostaria de apresentar o blog "Folha Verde", criado e mantido por Mercedes Lorenzo que fala de meio ambiente e ecologia em geral, diferente desse blog a qual se dedica somente a poluição causada por eletrônicos em geral.

Façam uma visita e prestigiem o trabalho realizado por ela.

E entre os varios posts do seu blog há muitos que se referem ao lixo eletrônico, portanto estou postantos-os aqui.

FABRICAÇÃO DE COMPUTADOR CONSOME 1800KG DE MATERIAIS

LÂMPADAS FLUORESCENTES

BULBOX DESCONTAMINADOR DE LÂMPADAS FLUORESCENTES

BIOPLÁSTICO EM CELULARES

RANQUING DOS ELETRÔNICOS VERDES

ÁLBUM DE FOTOS: LIXO ELETRÔNICO (com links dentro)

RESÍDUOS HI-TECH: UMA BOMBA RELÓGIO

STEVE JOBS PROMETE APPLE MAIS VERDE

RECOLHIMENTO DE BATERIAS DE APARELHOS CELULARES

EMPRESAS QUE RECICLAM ELETRÔNICOS

grato a Mercedes pelo apoio e as dicas passadas

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Programa Jovem.com de Campinas

Inclusão Digital em Campinas

O Programa Jovem.com, da Prefeitura Municipal de Campinas, busca estruturar uma rede de iniciativas de inclusão digital que venha a constituir o eixo central em torno do qual poderão ser articuladas diferentes ações socioeducativas e culturais voltadas às crianças e adolescentes de Campinas. Ou seja, trata-se de promover a inclusão social juvenil por meio da inclusão digital. Quem puder ajudar com computadores velhos e usados, por favor enviar um e-mail para: doacaojovem.com@campinas.sp.gov.br, que eles entram em contato.

conheça mais sobre o programa assistindo o video abaixo


domingo, 3 de junho de 2007

Videos de interesse geral

Reaproveitamento de tonners
Achei essa materia no pegn sobre reaproveitamento de tonners de impressora laser e achei interessante passar para o pessoal. Clique aqui para ve-la.

Dificuldades na reciclagem de computadores
Achei essa materia que fala sobre a dificuldade atual na reciclagem e reaproveitamento de computadores. Clique aqui para ve-la

Há quem lucre com o lixo digital
Materia do Jornal Nacional sobre a reciclagem de computadores. Clique aqui para ve-la

Lixo eletrônico
O Cidades e Soluções mostra o trabalho de quem recupera computadores descartados como lixo para projetos de inclusão digital em comunidades de baixa renda. Clique aqui para ver a materia

Seja Bem-vindo


Olá, seja bem-vindo ao blog "Lixo Tecnológico". O intuito desse blog é demonstrar o perigo ambiental causado pelo avanço tecnológico que ocorre atualmente no mundo. Mas como isso acontece? A resposta é bem simples: devido a esse avanço, produtos de tecnologia como celulares, computadores e outros eletrônicos em geral são substituidos num período cada vez menor e o descarte as vezes é feito de forma incorreta, seja em lixões, seja exportado para países sem condições de fazer uma reciclagem correta do mesmo causando não só prejuízos ambientais como também à saúde humana.

Por outro lado, pretende-se demonstrar as soluções possíveis que são realizadas mundo afora com esse lixo, seja reduzindo, reaproveitando ou reciclando, ou seja, dar um fim correto a esse material altamente tóxico e poluidor.

Sugestões, dicas e idéias serão muto bem-vindas.

E inaugurando esse blog, no primeiro post estou deixando para download meu trabalho de conclusão de curso que fiz na faculdade sobre a utilização dos 3 rs ambientais em micros antigos.

O link é este: Utilizando os 3rs ambientais em computadores antigos e/ou defeituosos

até mais